Cajucultura: de olho no mercado

Nesta sexta-feira (8 de julho), às 18 horas, tem estreia de vídeo no Canal da Cajucultura no YouTube: “Panorama da cajucultura 2022: de olho no mercado”. Agende a data. Imperdível!

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Os bate-papos do Blog da Cajucultura no Instagram estão de volta a partir do próximo dia 16 de julho (sábado), sempre às 9h00 da manhã. Com a mediação de Vitor Oliveira, os convidados são pessoas que empreendem no setor da cajucultura nacional. Vale a pena assistir. Agende a data.


Você sabia que o cajueiro é uma planta de polinização cruzada, com dois tipos de flores principais numa mesma panícula: flores masculinas e flores hermafroditas? E que isto vale tanto para o cajueiro gigante como para o cajueiro anão?
As flores masculinas (Imagem 1) fornecem os grãos de pólen para a parte feminina das flores hermafroditas (Imagem 2) para a polinização e posterior frutificação. Em resumo, as flores hermafroditas são as que resultam em frutos. Outra informação importante, é que embora o cajueiro produza um número considerável de flores, apenas cerca de 10% são hermafroditas (Fotos: Vitor Oliveira).
Quer saber mais sobre este assunto? Clique neste link: https://youtu.be/JOteoYUjnbA

Você certamente já deve ter visto plantas de cajueiro com a parte de baixo das folhas apresentando os sintomas apresentados na foto acima. Se você não sabe, trata-se do Mofo Preto do Cajueiro, doença causada por um fungo e que geralmente ocorre no início das chuvas indo até o final da estação chuvosa. No início as manchas são pequenas mas podem evoluir e cobrir totalmente a folha. Quando o ataque é muito intenso ocorre queda de folhas, comprometendo a produção do pomar. Vale ressaltar que o fungo se desenvolve somente na parte inferior da folha, como mostra a foto


Você já ouviu falar na larva do broto terminal do cajueiro? O sintoma do ataque dessa praga no cajueiro caracteriza-se pela formação de uma estrutura semelhante a um “repolhinho”, que abriga as larvas no seu interior. As larvas se alimentam entre os folíolos da parte interna das gemas, provocando murcha, seca e morte do broto terminal. Em seguida, a planta emite novas brotações laterais, que também são atacadas. Surgem novas brotações e novos ataques, atrasando o desenvolvimento da planta e contribuindo para a formação de panículas defeituosas.
A inflorescência emitida a partir de um broto atacado, é de pequeno tamanho, deformada e sem condições de se desenvolver e produzir.