Vídeos do Canal da Cajucultura

Se você ainda não conhece o Canal da Cajucultura, veja abaixo a relação dos vídeos disponíveis, com os respectivos links, todos abordando temas de interesse do agronegócio caju.

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Castanha: superprodução?

Na opinião do Diretor Geral do Conselho do Algodão e do Caju da Costa do Marfim, Adama Coulibaly, existe um risco real de superprodução de castanha in natura num futuro próximo.

Segundo Coulibaly, tal risco deve motivar a realização de campanhas agressivas para promover o consumo não apenas da amêndoa mas dos demais produtos derivados do caju nos países produtores e conquistar novos mercados, garantindo desse modo a sustentabilidade desta atividade.

Ele defende ainda a luta contra a manipulação do mercado através da desinformação e da disseminação de rumores nas redes sociais, acrescentando que “a vida de milhões de pessoas depende de nossas ações, nossas reações ou nossa inação”.
As ideias de Coulibaly não diferem muito das que são defendidas pelo Blog da Cajucultura, especialmente no tocante à promoção do consumo no mercado interno, a busca por novos mercados e a necessidade de uma política de estado para a cajucultura nacional.

Hambúrguer de caju e feijão de corda

Ana Elisa Sidrim/Embrapa

É domingo de carnaval mas o site Cajucultura está em plena atividade, pois para quem trabalha no campo não existe sábado, domingo ou feriado.

A exemplo dos domingos anteriores, trazemos hoje mais uma publicação de interesse do cajucultor. Trata-se do Comunicado Técnico “Elaboração de Hambúrguer Vegetal de Fibra de Caju e Feijão-Caupi“.
Clique aqui e baixe a publicação. Um bom domingo!

Guiné inaugura Unidade de Processamento

A primeira Unidade Industrial de processamento de castanha de caju da Guiné foi inaugurada na semana passada em Kankan, na Alta Guiné.

Com uma capacidade de produção de 10.000 toneladas por ano, a fábrica foi apoiada pela Diaouné Agro Industrie, uma subsidiária da Diaouné and Frères, com um potencial de empregar 500 pessoas.

Segundo o presidente de Diaouné e Frères, Mohamed Diaouné, a produção de castanha de caju na Guiné é de 70.000 toneladas e deve ser aumentada para 220.000 toneladas até 2025, graças ao programa de apoio governamental e distribuição de sementes. O desenvolvimento da cultura do cajueiro é uma das duas iniciativas presidenciais, ao lado do café, lançadas desde 2016.

A Guiné, oficialmente República da Guiné (também chamada Guiné-Conacri para distinguir da vizinha Guiné-Bissau), é um país da África Ocidental. No detalhe da foto, reparem o rigor na adoção das Boas Práticas de Higiene no processamento da amêndoa.

O cajueiro é resistente à seca?

Quer saber a resposta? Assista o vídeo abaixo e veja os nossos comentários sobre esta questão. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, curta os nossos vídeos e envie os seus comentários sobre os temas apresentados, bem como sugestões de assuntos a serem abordados no referido Canal.