Cajucultura indiana em números

Introduzida na Índia no século XVI pelos portugueses como um meio de controlar a erosão costeira, a cajucultura indiana apresentou um crescimento espetacular desde a sua introdução naquele país.

Dados mais recentes mostram que a área de castanha de caju na Índia aumentou de 464 mil hectares em 1980/81 para 1.062 mil hectares no período 2017/18. Por sua vez, a produção aumentou de 185 mil toneladas de castanha em 1980/81 para 817 mil toneladas em 2017/18. Já a produtividade aumentou de 399 kg de castanha por hectare em 1980/81 para 769 kg/hectare em 2017/18.

Quase um terço da produção nacional de castanha (32,93%) vem do estado de Maharashtra, localizado no Oeste indiano  (área vermelha no mapa), que também possui a maior média de produtividade da Índia (1.378 kg de castanha/ha).

Raio X da Broca das Pontas do Cajueiro

No mais novo vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube, converso com o entomologista Lindemberg Mesquita, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, sobre uma das mais importantes pragas do cajueiro: a Broca das Pontas ou dos Ponteiros. Conheça os hábitos desta praga e como fazer o seu controle neste vídeo. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, curta os nossos vídeos e deixe os seus comentários.

Quando eliminar as panículas do cajueiro

Essa é uma questão que comumente surge em pomares de cajueiro recém implantados. Como sabemos, as mudas de cajueiro-anão, por serem enxertadas (propagação vegetativa) e precoces, iniciam a emissão de panículas logo após o plantio no campo.

Aí vem a dúvida do cajucultor: devo ou não eliminá-las? A resposta é: sim. Como as partes reprodutivas da planta (panículas, flores e frutos) são o dreno principal de nutrientes, as partes vegetativas (ramos, folhas, raízes) receberão menores quantidades de nutrientes, o que implicará em atraso no desenvolvimento (crescimento) da planta. Deve-se ter em mente que nos primeiros meses após o plantio é fundamental priorizar o adequado desenvolvimento, e não a sua produção, que ainda é insignificante.

Desse modo, recomendo que as panículas que surgirem no cajueiro no  decorrer do primeiro ano após o plantio sejam eliminadas. Essa operação deve ser feita com canivete ou tesoura de poda pequena, tendo-se o cuidado de não causar danos às plantas (ver foto).

Um ou mais de um clone?

Muitos produtores me perguntam se é recomendável o plantio de apenas um clone num pomar comercial. Respondo negativamente. Extensas áreas, quando são plantadas com um mesmo clone, já que são geneticamente uniformes, ficam muito homogêneas, apresentando as mesmas características, sejam elas favoráveis ou não. Dessa forma, na resposta aos fatores adversos do ambiente, haverá um aumento da vulnerabilidade do plantio, especialmente em relação ao ataque de pragas e doenças.

Em resumo, num pomar comercial o ideal é o plantio de mais de um clone, distribuídos em talhões ou setores. Fica a dica.

Baixe grátis o livro Nutrição Mineral do Cajueiro

Domingo, se sobrar um tempinho, é dia do cajucultor ler alguma publicação técnica sobre o cajueiro e desse modo ampliar os seus conhecimentos sobre esta importante cultura.

Hoje trazemos para os seguidores do site Cajucultura a publicação “Nutrição mineral do cajueiro“. Trata-se de uma nova versão, revista e ampliada, da primeira edição do Documento Nutrição Mineral do Cajueiro, de 1995, e contém uma síntese dos avanços de pesquisa obtidos nos últimos anos a respeito desse tema.

Cliquem aqui para baixar grátis a publicação e tenham todos um excelente domingo!

Broca das pontas no Canal da Cajucultura

Já em fase de final de produção mais um vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube. Desta vez sobre uma praga que é motivo de muita dor de cabeça entre os cajucultores. É ela mesma, a famosa broca das pontas ou broca dos ponteiros.

O lançamento deste novo vídeo está previsto para a próxima quarta-feira, 20 de março.  Você já se inscreveu no Canal da Cajucultura? Ainda não? Inscreva-se e seja o primeiro a ser notificado quando do lançamento de novos vídeos.

85 Castanhas: nova marca no mercado

Na onda dos “leites” à base de plantas, vem da terra do maior cajueiro do mundo, Rio Grande do Norte, uma nova marca de leite vegetal à base de amêndoa de castanha de caju.

Trata-se da marca Cajueiro, com processo de envase UHT, que torna a bebida produzida na indústria muito mais segura e prolonga sua validade, sem a necessidade de aditivos e conservantes.
A marca Cajueiro, além do 85 Castanhas (bebida cremosa feita apenas com água e castanhas selecionadas), apresenta ainda o Duo Lat (blend feito a base de castanha, amendoim e água) e o Toasted (bebida feita com água e castanhas assadas).

Mais informações clique aqui.

Cartilha de Monitoramento de Pragas do Cajueiro

Domingo é dia de biblioteca do caju. Hoje trazemos uma cartilha com o passo-a-passo para o Monitoramento de Pragas no Cajueiro.

Esta publicação objetiva fornecer aos interessados orientações acerca do reconhecimento e monitoramento, objetivando a correta tomada de decisão para o controle eficaz das principais pragas do cajueiro.

Clique aqui para baixar a cartilha e uma boa leitura!