Hambúrguer de caju e feijão de corda

É domingo de carnaval mas o site Cajucultura está em plena atividade, pois para quem trabalha no campo não existe sábado, domingo ou feriado.

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A primeira Unidade Industrial de processamento de castanha de caju da Guiné foi inaugurada na semana passada em Kankan, na Alta Guiné.
Com uma capacidade de produção de 10.000 toneladas por ano, a fábrica foi apoiada pela Diaouné Agro Industrie, uma subsidiária da Diaouné and Frères, com um potencial de empregar 500 pessoas.
Segundo o presidente de Diaouné e Frères, Mohamed Diaouné, a produção de castanha de caju na Guiné é de 70.000 toneladas e deve ser aumentada para 220.000 toneladas até 2025, graças ao programa de apoio governamental e distribuição de sementes. O desenvolvimento da cultura do cajueiro é uma das duas iniciativas presidenciais, ao lado do café, lançadas desde 2016.
A Guiné, oficialmente República da Guiné (também chamada Guiné-Conacri para distinguir da vizinha Guiné-Bissau), é um país da África Ocidental. No detalhe da foto, reparem o rigor na adoção das Boas Práticas de Higiene no processamento da amêndoa.
Quer saber a resposta? Assista o vídeo abaixo e veja os nossos comentários sobre esta questão. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, curta os nossos vídeos e envie os seus comentários sobre os temas apresentados, bem como sugestões de assuntos a serem abordados no referido Canal.
Você sabia que o cajueiro ilustra um selo brasileiro considerado um dos melhores dos últimos anos e que fez história ao ser escolhido em concurso anual promovido pelos Correios?
Domingo é dia do site recomendar a leitura de artigos ou livros com temas de interesse do cajucultor. Hoje a nossa recomendação vai para o Comunicado Técnico da Embrapa “Controle Químico do Oídio do Cajueiro“, de autoria de José Emilson Cardoso, Marlon Vagner Valentim Martins, Joilson Silva Lima, Francisco Marto Pinto Viana e Luís Gustavo Chaves da Silva.
Ouça no Cajucultura Podcast (abaixo) os meus comentários sobre as principais tendências em alta na cajucultura mundial e os seus prováveis impactos na cajucultura brasileira. O Cajucultura Podcast é veiculado todas às sexta-feira neste site e no Blog da Cajucultura, estando disponível em várias plataformas, dentre elas o Spotify. Aperte o play e tenha uma boa audição.
Alguns números da Costa do Marfim (área verde no mapa), referentes à safra de castanha de caju de 2018:
Produção: 761.000 toneladas de castanha de caju in natura;
Exportações: 650.150 toneladas (Índia: 204.509 toneladas / Vietnã: 430.577 toneladas);
Processamento local: 69.000 toneladas;
Armazenado pelo Conselho do Algodão e do Caju: 10.000 toneladas.
Apesar dos números, o ano de 2018 não foi um ano fácil em termos globais para os exportadores de castanha in natura. Vários contratos não foram respeitados, produtos abandonados no mar ou em portos de chegada, exigência de redução de preços a partir do montante dos contratos assinados, para citar alguns. Para lidar com estas dificuldades recorrentes, a Índia e a Costa do Marfim estabeleceram uma Comissão conjunta para gerir todos os casos de litígios comerciais.
A Costa do Marfim processou 69.000 toneladas de castanhas in natura em 2018. Embora este volume seja muito baixo, representa uma crescimento de 53% em relação a 2017. A Costa do Marfim é agora o quarto maior processador mundial de castanha de caju, atrás da Índia, Vietnã e Brasil. Este progresso é o resultado de um forte apoio do Governo visando o desenvolvimento de uma sólida indústria local de processamento de castanha.
Veja no vídeo abaixo os meus comentários sobre as primeiras estimativas feitas pelo IBGE sobre a safra de castanha de caju 2019 para os principais estados produtores no Brasil. Siga o Canal da Cajucultura no YouTube, deixe os seus comentários e sugestões sobre temas para os próximos vídeos.