A imagem acima é bastante comum nesta época do ano, onde podemos ver os sintomas provocados pelo Díptero-das-galhas, inseto que ataca o cajueiro na época de lançamento das folhas novas e, principalmente, quando o fluxo foliar ocorre no período chuvoso. A fêmea do inseto realiza a postura internamente no tecido vegetal, ocorrendo a formação de pequenas esferas, onde vivem as larvas, que podem provocar a deformação e redução da área foliar. Ocorre também em viveiros de mudas. Até o presente não é considerada uma praga de relevância do ponto de vista de dano econômico ao cajueiro
O Canal da Cajucultura no YouTube está finalizando a edição de mais um vídeo, como sempre trazendo um tema de interesse para o agronegócio caju. Desta feita o assunto é “Antracnose e Oídio do Cajueiro“, doenças de importância econômica para o cajucultura. A previsão de estreia é para o próximo dia 18 de abril.
Tem vídeo novo no Canal da Cajucultura nesta quarta-feira (30/3), às 19h15. Na estreia do vídeo, Vitor Oliveira estará respondendo perguntas ao vivo, via chat do YouTube. Imperdível. Agende a data.
O Canal da Cajucultura acaba de atingir a marca de 6 mil seguidores no YouTube. Com mais de 100 vídeos em seu acervo, todos focados em temas importantes para a cadeia produtiva da cajucultura, o conteúdo dos seus vídeos tem atraído cada vez mais seguidores, ávidos por informações de qualidade acerca deste importante segmento do agro nacional.
Neste sábado (26/2), às 10h00, o Canal da Cajucultura no YouTube lança um novo short vídeo – vídeo com menos de um minuto de duração. Desta vez o tema é “Desenvolvimento inicial de mudas de cajueiro anão”. Segue o link abaixo. Ative o lembrete!
O Canal da Cajucultura lança neste sábado (19/2) mais um vídeo de interesse dos cajucultores brasileiros. Desta feita o tema será a “Poda do Cajueiro Anão“. Quer ficar por dentro do assunto? Agende a data e horário. Este é o link do vídeo que estreará neste sábado https://youtu.be/Ue8L0GJREA0
Sempre que ouço comentários ou leio artigos afirmando que as variedades de cajueiro anão desenvolvidas pelas instituições públicas brasileiras de ensino e pesquisa “estão hoje largamente difundidas nos países africanos e asiáticos“, imediatamente me vem à cabeça uma velha e célebre frase: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade“.
Tais afirmações (não são de hoje) buscam, de forma velada, atribuir o sucesso da cajucultura nas referidas regiões ao cultivo das variedades de cajueiro made in Brazil. Causa espécie que pessoas com pouca intimidade com a cajucultura (nacional e mundial) e que jamais colocaram os pés num país africano ou asiático que cultiva o cajueiro façam tais afirmações e continuem disseminando essa falácia com a mais absoluta convicção.
Apenas a título de informação, não apenas a Ásia (Índia, Vietnã e Camboja) como a África (Tanzânia, por exemplo) possuem programas de melhoramento genético e desenvolvem as suas próprias variedades. A Índia, por exemplo, já desenvolveu 55 variedades de cajueiro, das quais 42 são recomendadas para as oito principais regiões produtoras de caju do país. A Tanzânia, por sua vez, já contabiliza 54 variedades.
Diferentemente do Brasil, a prioridade absoluta dos cajucultores asiáticos e africanos está exclusivamente na exploração da castanha. Daí o pouco interesse pelas variedades brasileiras. Enfim, esta é a verdade dos fatos.
Mais do que nunca, vale checar as informações antes de propagar falsas verdades. Particularmente, mantenho a preferência por esta outra frase: “Uma mentira, repetida centenas de vezes, torna-se verdade apenas na cabeça de quem a criou”!