Verruga das folhas do cajueiro

Díptero das folhas
Sintomas causados pelo Díptero das folhas

A imagem acima é bastante comum nesta época do ano, onde podemos ver os sintomas provocados pelo Díptero-das-galhas, inseto que ataca o cajueiro na época de lançamento das folhas novas e, principalmente, quando o fluxo foliar ocorre no período chuvoso. A fêmea do inseto realiza a postura internamente no tecido vegetal, ocorrendo a formação de pequenas esferas, onde vivem as larvas, que podem provocar a deformação e redução da área foliar. Ocorre também em viveiros de mudas. Até o presente não é considerada uma praga de relevância do ponto de vista de dano econômico ao cajueiro

Como identificar oídio e antracnose

O Canal da Cajucultura no YouTube está finalizando a edição de mais um vídeo, como sempre trazendo um tema de interesse para o agronegócio caju. Desta feita o assunto é “Antracnose e Oídio do Cajueiro“, doenças de importância econômica para o cajucultura. A previsão de estreia é para o próximo dia 18 de abril.

Antracnose e oidio
Vídeo sobre oídio e antracnose
Canal da Cajucultura

Canal da Cajucultura: 6k seguidores

O Canal da Cajucultura acaba de atingir a marca de 6 mil seguidores no YouTube. Com mais de 100 vídeos em seu acervo, todos focados em temas importantes para a cadeia produtiva da cajucultura, o conteúdo dos seus vídeos tem atraído cada vez mais seguidores, ávidos por informações de qualidade acerca deste importante segmento do agro nacional. Canal da Cajucultura

Planta de cajueiro anão

Cajueiro anão na África e Ásia?

Planta de cajueiro anão precoce

Sempre que ouço comentários ou leio artigos afirmando que as variedades de cajueiro anão desenvolvidas pelas instituições públicas brasileiras de ensino e pesquisa “estão hoje largamente difundidas nos países africanos e asiáticos“, imediatamente me vem à cabeça uma velha e célebre frase: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade“.

Tais afirmações (não são de hoje) buscam, de forma velada, atribuir o sucesso da cajucultura nas referidas regiões ao cultivo das variedades de cajueiro made in Brazil. Causa espécie que pessoas com pouca intimidade com a cajucultura (nacional e mundial) e que jamais colocaram os pés num país africano ou asiático que cultiva o cajueiro façam tais afirmações e continuem disseminando essa falácia com a mais absoluta convicção.

Apenas a título de informação, não apenas a Ásia (Índia, Vietnã e Camboja) como a África (Tanzânia, por exemplo) possuem programas de melhoramento genético e desenvolvem as suas próprias variedades. A Índia, por exemplo, já desenvolveu 55 variedades de cajueiro, das quais 42 são recomendadas para as oito principais regiões produtoras de caju do país. A Tanzânia, por sua vez, já contabiliza 54 variedades.

Diferentemente do Brasil, a prioridade absoluta dos cajucultores asiáticos e africanos está exclusivamente na exploração da castanha. Daí o pouco interesse pelas variedades brasileiras. Enfim, esta é a verdade dos fatos.

Mais do que nunca, vale checar as informações antes de propagar falsas verdades. Particularmente, mantenho a preferência por esta outra frase: “Uma mentira, repetida centenas de vezes, torna-se verdade apenas na cabeça de quem a criou”!