Amplie seus conhecimentos em cajucultura

Quer ampliar os seus conhecimentos sobre a cultura do cajueiro com informação de qualidade? É simples, rápido e grátis: assista os vídeos do Canal da Cajucultura no YouTube. São quase três dezenas de vídeos tratando de assuntos exclusivamente voltados para a cajucultura. 

Veja abaixo a relação de vídeos do Canal. Clique no que for do seu interesse para assisti-lo no YouTube.

Conheça a broca das pontas do cajueiro

Monitoramento de pragas do cajueiro

Nigéria produz 260 mil t de castanha em 2019

A produção de castanha de caju da Nigéria chegou a 260 mil toneladas na presente safra, segundo a Associação Nacional do Caju da Nigéria (NCAN). Em 2011 aquele país produziu apenas 90 mil toneladas.

A Nigéria é classificada como a quarta maior produtora de castanhas de caju na África e a sétima em nível mundial, com a maior parte de suas castanhas de caju in natura exportadas para o Vietnã e a Índia.

A NCAN, com mais de 40 mil associados, tem envidado esforços para que o governo nigeriano destine fundos e crie programas para aumentar a produção de castanha de caju. O esforço parece  estar dando certo.

Produção de mudas de cajueiro  ‘CCP 76’

O site Cajucultura traz hoje um trabalho do pesquisador da Embrapa Luiz Serrano tratando da “Produção de mudas de cajueiro  ‘CCP 76’ em diferentes substratos e doses de adubo de liberação lenta“. Vamos aproveitar o domingo para ampliar os conhecimentos técnicos sobre esta importante cultura?

Clique aqui e boa leitura!

LCC: revista destaca pesquisa da Embrapa 

A capa de junho da revista científica Separation Science Plus (foto) foi dedicada a um estudo desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical e da Universidade Federal do Ceará sobre o isolamento de ácidos presentes no Líquido da Casca de Castanha de Caju (LCC). A publicação internacional trata dos principais avanços científicos observados na preparação de amostras para cromatografia, técnica analítica usada na identificação de substâncias e separação de misturas.

Os ácidos anacárdicos são uma classe de substâncias com interesse para a indústria farmacêutica por apresentarem atividade antioxidante, antimicrobiana, antitumoral e antiparasitária. Cerca de 65% da composição do LCC é constituída por ácidos anacárdicos, o que faz desta a fonte natural mais abundante da substância.

No artigo que ilustra a capa da revista, intitulado “Produtividade de um isolamento de ácidos anacárdicos do Líquido da Casca da Castanha de Caju por cromatografia líquida de alta eficiência preparativa”, os cientistas brasileiros mostram como estabeleceram os parâmetros para isolamento, em escala preparativa, das substâncias.

Foram estabelecidos parâmetros como o consumo de solvente, a produtividade, rendimento, recuperação, pureza e saturação para o que os cientistas chamam de escala preparativa. Diferente da escala usada para análises laboratoriais, medida em microgramas, na escala preparativa as quantidades mudam para centenas de miligramas – quantidade de substância suficiente para o desenvolvimento de padrões para controle de qualidade e testes biológicos.

Além de aumentar a escala, os pesquisadores dobraram a produtividade em grama por hora (com pureza acima de 95%), diminuindo em 50% o consumo de solvente. Os resultados incluíram o desenvolvimento dos padrões para controle de qualidade utilizando equipamentos de cromatografia líquida de alta pressão.

O método de quantificação e de isolamento desenvolvido na Embrapa é o primeiro passo para o aproveitamento dos ácidos anacárdicos, que atualmente não estão disponíveis no mercado. “A obtenção desses padrões de forma reprodutível é uma etapa importante para viabilizar o aproveitamento dessas substâncias em diversos fins”, esclarece o pesquisador Edy Brito, autor principal do artigo. Os padrões desenvolvidos servirão como modelo para controle de qualidade em diferentes estudos, inclusive para possíveis futuras explorações comerciais. (Verônica Freire – MTB 01225JP/Embrapa Agroindústria Tropical)

Caju: um falso fruto?

Muitos alimentos que tratamos como frutas não são realmente frutas. A maçã, a pera, o abacaxi, por exemplo, e só para citar alguns, na verdade, são pseudofrutos ou falsos frutos! O caju também está nesta lista.

Mas por que falso fruto e não fruto? Qual a explicação? Quer saber a resposta? Assista o Vídeo abaixo e tire as suas dúvidas.

Anacardina, a proteína da amêndoa de caju

Encontrada na amêndoa de castanha de caju, a Anacardina é uma proteína que possui alto valor nutritivo, pois contém sete dos oito aminácidos essenciais para a manutenção do homem adulto e nove dos dez indispensáveis à fase de crescimento. Os aminoácidos encontrados em maior quantidade são o acido glutâmico, a arginina e o ácido aspártico.

Pena que um produto tão rico esteja ainda esteja fora do alcance de grande parte da população brasileira.

Cajucultura: uma vantagem perdida

Em 2018, a África Ocidental foi a principal área de cultivo do cajueiro em todo o mundo, com uma produção de 1.795.000 toneladas de castanha de caju in natura ou 49% da oferta mundial. A Ásia é a segunda principal área produtora, com a Índia (675.000 t) e o Vietnã (450.000 t) liderando a produção.

A África Oriental, o Brasil e a Indonésia possuem as menores produções, mas têm uma vantagem competitiva devido ao seu calendário de colheita, que vai de outubro a dezembro, enquanto as colheitas do hemisfério norte ocorrem entre janeiro e junho.

Infelizmente, dentre outros fatores, falta-nos produção para aproveitar essa vantagem.

Safra brasileira de castanha 2019

O IBGE divulgou no último dia 11/6 os dados referentes ao sexto Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. O site compilou os dados referentes à castanha de caju dos seis estados brasileiros maiores produtores (ver tabela abaixo).

Em termos de Brasil a previsão é de uma produção de 120.399 toneladas, com uma área plantada de 438.083 hectares. Chama atenção os valores referentes aos estados da Bahia, Pernambuco e Maranhão quando se confrontam produção versus área plantada.

Em relação aos meses anteriores, os números praticamente permanecem inalterados, com o Brasil respondendo por apenas 3,2% da produção mundial de castanha estimada para 2019.

Estado Produção (toneladas) Área plantada (ha)
Ceará 65 172 276 549
Piauí 24 769 69 423
R.G. Norte 16 317 50 956
Pernambuco 4 421 2 914
Maranhão 4 200 12 407
Bahia 3 000 20 000

Fonte: compilados a partir de dados do IBGE O6/2019.

Saiba mais sobre o cajueiro

Quer aprimorar os seus conhecimentos sobre a cultura do cajueiro? É simples, rápido e grátis: assista os vídeos do Canal da Cajucultura no YouTube. Caso não conheça, fique sabendo que neste Canal existem diversos vídeos tratando de assuntos exclusivamente voltados para o negócio caju.

Veja abaixo a relação de vídeos do Canal. Basta clicar no que for do seu interesse para assisti-lo no YouTube.

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