Nova edição do agronegócio caju em números

O Instituto Caju Brasil divulgou nessa sexta-feira, 31/7, a edição Nº 98 do “Boletim ICB – o agronegócio caju em números”, publicação pioneira no Brasil na divulgação de estatísticas sobre o setor da cajucultura em âmbito nacional e internacional.

São destaques desta edição:

• Opinião: “Pandemia e aumento de preços da castanha”

• Safra brasileira de castanha de caju 2020: crescimento de 7,9%

• Índia licencia novo híbrido de cajueiro

• USDA lança o Projeto PRO Caju

• Preços internacionais da castanha

Clique aqui para baixar gratuitamente o Boletim ICB Nº 9.

O Boletim ICB também pode ser visualizado na plataforma ISSUU por meio do link https://issuu.com/home/published/boletim_icb_9

Castanha: indicadores tecnológicos dos principais clones

Existem atualmente no Brasil mais de uma dezena de clones comerciais de cajueiro recomendados pela pesquisa. Cada um produz castanhas e amêndoas com indicadores tecnológicos específicos que os diferenciam, em termos de produção e produtividade.

Você quer conhecer esses indicadores e a sua importância? Assista o mais novo vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube, o Canal que ajuda você a ampliar os seus conhecimentos sobre o agronegócio caju com informação de qualidade.

Safra brasileira de castanha de caju 2019

O IBGE divulgou na última quinta-feira, 11/7, o 6º Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), referente ao mês de junho. Abaixo apresentamos uma compilação com os resultados referentes aos principais estados brasileiros produtores de castanha de caju.

Estado Produção
Ceará 65.172
Piauí 24.702
R. G. Norte 16.588
Pernambuco 4.421
Maranhão 4.200
Bahia 3.000

A produção de castanha para o corrente ano no Brasil é estimada em 120.555 toneladas, a serem colhidas numa área de 428.483 hectares. Sempre é bom lembrar que esta estimativa de produção de castanha ainda é bastante preliminar, referindo-se ao mês de junho do corrente ano. O pico da safra no Ceará, maior produtor, ocorre no segundo semestre do ano.

Amplie seus conhecimentos em cajucultura

Quer ampliar os seus conhecimentos sobre a cultura do cajueiro com informação de qualidade? É simples, rápido e grátis: assista os vídeos do Canal da Cajucultura no YouTube. São quase três dezenas de vídeos tratando de assuntos exclusivamente voltados para a cajucultura. 

Veja abaixo a relação de vídeos do Canal. Clique no que for do seu interesse para assisti-lo no YouTube.

Conheça a broca das pontas do cajueiro

Monitoramento de pragas do cajueiro

Nigéria produz 260 mil t de castanha em 2019

A produção de castanha de caju da Nigéria chegou a 260 mil toneladas na presente safra, segundo a Associação Nacional do Caju da Nigéria (NCAN). Em 2011 aquele país produziu apenas 90 mil toneladas.

A Nigéria é classificada como a quarta maior produtora de castanhas de caju na África e a sétima em nível mundial, com a maior parte de suas castanhas de caju in natura exportadas para o Vietnã e a Índia.

A NCAN, com mais de 40 mil associados, tem envidado esforços para que o governo nigeriano destine fundos e crie programas para aumentar a produção de castanha de caju. O esforço parece  estar dando certo.

Produção de mudas de cajueiro  ‘CCP 76’

O site Cajucultura traz hoje um trabalho do pesquisador da Embrapa Luiz Serrano tratando da “Produção de mudas de cajueiro  ‘CCP 76’ em diferentes substratos e doses de adubo de liberação lenta“. Vamos aproveitar o domingo para ampliar os conhecimentos técnicos sobre esta importante cultura?

Clique aqui e boa leitura!

LCC: revista destaca pesquisa da Embrapa 

A capa de junho da revista científica Separation Science Plus (foto) foi dedicada a um estudo desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical e da Universidade Federal do Ceará sobre o isolamento de ácidos presentes no Líquido da Casca de Castanha de Caju (LCC). A publicação internacional trata dos principais avanços científicos observados na preparação de amostras para cromatografia, técnica analítica usada na identificação de substâncias e separação de misturas.

Os ácidos anacárdicos são uma classe de substâncias com interesse para a indústria farmacêutica por apresentarem atividade antioxidante, antimicrobiana, antitumoral e antiparasitária. Cerca de 65% da composição do LCC é constituída por ácidos anacárdicos, o que faz desta a fonte natural mais abundante da substância.

No artigo que ilustra a capa da revista, intitulado “Produtividade de um isolamento de ácidos anacárdicos do Líquido da Casca da Castanha de Caju por cromatografia líquida de alta eficiência preparativa”, os cientistas brasileiros mostram como estabeleceram os parâmetros para isolamento, em escala preparativa, das substâncias.

Foram estabelecidos parâmetros como o consumo de solvente, a produtividade, rendimento, recuperação, pureza e saturação para o que os cientistas chamam de escala preparativa. Diferente da escala usada para análises laboratoriais, medida em microgramas, na escala preparativa as quantidades mudam para centenas de miligramas – quantidade de substância suficiente para o desenvolvimento de padrões para controle de qualidade e testes biológicos.

Além de aumentar a escala, os pesquisadores dobraram a produtividade em grama por hora (com pureza acima de 95%), diminuindo em 50% o consumo de solvente. Os resultados incluíram o desenvolvimento dos padrões para controle de qualidade utilizando equipamentos de cromatografia líquida de alta pressão.

O método de quantificação e de isolamento desenvolvido na Embrapa é o primeiro passo para o aproveitamento dos ácidos anacárdicos, que atualmente não estão disponíveis no mercado. “A obtenção desses padrões de forma reprodutível é uma etapa importante para viabilizar o aproveitamento dessas substâncias em diversos fins”, esclarece o pesquisador Edy Brito, autor principal do artigo. Os padrões desenvolvidos servirão como modelo para controle de qualidade em diferentes estudos, inclusive para possíveis futuras explorações comerciais. (Verônica Freire – MTB 01225JP/Embrapa Agroindústria Tropical)

Caju: um falso fruto?

Muitos alimentos que tratamos como frutas não são realmente frutas. A maçã, a pera, o abacaxi, por exemplo, e só para citar alguns, na verdade, são pseudofrutos ou falsos frutos! O caju também está nesta lista.

Mas por que falso fruto e não fruto? Qual a explicação? Quer saber a resposta? Assista o Vídeo abaixo e tire as suas dúvidas.