O crescimento dos queijos vegetais

Quais são alguns dos alimentos mais modernos que você experimentará este ano? À medida que 2019 começa a ganhar corpo, muitos produtos inovadores, sabores excitantes e práticas culinárias originais estão chegando nas prateleiras dos supermercados e em nossos pratos, em ritmos diferentes.
Juntamente com o sabor e a qualidade, a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente continuarão sendo valores fundamentais para os consumidores, impactando nossas escolhas alimentares ao longo do ano. Embora diferentes especialistas e empresas tenham opiniões diferentes sobre quais alimentos serão populares, isso é algo com o qual todos concordam.
Em sua nova perspectiva sobre o que atrairá a atenção dos consumidores e influenciará a inovação de novos produtos em 2019, o grupo CCD Helmsman, dos EUA, mais uma vez apresenta as nove tendências de alimentos que serão procurados este ano. “Essas são as tendências alimentares que esperamos serem mais significativas e tradicionais este ano”, diz Kara Nielsen, um estudioso de tendências e vice-presidente da CCD Helmsman. Mapeadas por maturidade, espera-se que estas tendências progridam particularmente nos EUA e na Europa.
O queijo à base de plantas está na lista das nove. Com base na crescente tendência de dietas veganas e vegetarianas, os queijos à base de plantas devem se tornar ainda mais populares em 2019. Feitos de castanhas de caju, eles não vieram para substituir o queijo cheddar ou camembert mais tradicional, mas para oferecer uma gama mais ampla de opções para aqueles que procuram se livrar das carnes e laticínios. “Esta é uma tendência que reflete os valores alimentares relacionados com a fonte dos ingredientes, com sustentabilidade e com um menor impacto ambiental. Saber de onde vieram os ingredientes é o ponto mais importante que impulsiona essa tendência. Estamos vendo uma expansão rápida e contínua das escolhas nessa categoria de queijos vegetais ”, explica Nielsen.
Aos que desejam saber mais sobre este assunto, recomendo assistir nesta quarta-feira, 6, no Canal da Cajucultura, o vídeo “Leite de vaca ou à base de castanha de caju?“.

Reunião do Prodeter em Beberibe

O Banco do Nordeste do Brasil, por meio da Superintendência Estadual do Ceará e o Comitê Gestor Territorial- CGT Litoral Leste, convidam os cajucultores e demais integrantes da cadeia produtiva do caju para uma reunião nesta quinta-feira, 31, às 8h30, em Beberibe, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Beberibe – SINDSERV (Rua D, 259, Loteamento Racine Facó – Referência: Rua do INSS, Centro).

 

O evento (ver programa abaixo) objetiva fomentar o processo de estruturação de atividades econômicas priorizadas pelo Programa de Desenvolvimento Territorial do Litoral Leste – Prodeter.

Programação
08:30 – Abertura

08:45 – Expectativas da Cajucultura para os próximos anos – Rodrigo Diógenes (Vice Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceara)

09:30 – Legislação e Ações de Fiscalização da ADAGRI – Representante da ADAGRI

10:00 – Controle de Doenças do Cajueiro – Dr. José Emilson (Pesquisador da EMBRAPA)

10:30 – Controle de Pragas do Cajueiro – Dr. Antonio Lindemberg (Pesquisador da EMBRAPA)

11:00 – Fertilizantes Aplicados na Cajucultura – Helio Alencar (TIMAC AGRO)

11:30 – Debate e Considerações Finais

Criação do cajueiro anão: parte 2

Quais os rumos a serem seguidos pelos programas de melhoramento genético do cajueiro? Quais os principais atributos, em termos de castanha e pedúnculo, a serem buscados pelos pesquisadores que trabalham nesta área? Conheça o pensamento de Levi Barros, um dos pioneiros no melhoramento genético do cajueiro no Brasil nesta “entrevista-aula” concedida ao Canal da Cajucultura.

Conheça melhor o cajueiro anão

Nesta quarta-feira, 30,  apresentaremos no Canal da Cajucultura a segunda parte da entrevista com Levi Barros, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, que fala sobre os clones de cajueiro anão e os desafios a serem enfrentados pelos programas de melhoramento genético do cajueiro.

Inscreva-se no Canal da Cajucultura e acesse em primeira mão os vídeos que abordam o agronegócio caju em nível nacional e internacional especialmente selecionados por este Blog.

Canal da Cajucultura no YouTube

Para você que curte as postagens do Cajucultura.com.br e dos vídeos aqui postados, fica a dica para conhecer o Canal da Cajucultura no YouTube. Além dos vídeos divulgados neste site, o Canal da Cajucultura disponibiliza outros vídeos sobre tudo o que acontece no mundo da cajucultura.

São diferentes playlists, versando sobre o Agronegócio Caju, Clones de cajueiro anão, Equipamentos para colheita e Vídeos em inglês. Faça  sua inscrição e acesse em primeira mão as novidades do Canal da Cajucultura no YouTube.

Moçambique quer liderar produção de castanha

Moçambique pretende voltar a liderar a produção mundial da castanha de caju. O desafio foi assumido pelo Diretor do Instituto do Fomento do Caju (INCAJU), Ilídio Bande, que anunciou para este ano uma arrecadação de 100 milhões de dólares com a comercialização do produto.

Atualmente com uma produção média anual de 125 mil toneladas de castanha, Moçambique quer reassumir o protagonismo na produção deste produto que tem como principais mercados a União Europeia, Estados Unidos da América e a China.

Vale lembrar que Moçambique, localizado no sudeste do continente africano (área destacada em verde no mapa), chegou a ser o maior produtor mundial de castanha de caju na década 70, com uma produção comercializada de 216 mil toneladas anuais. Não será um desafio trivial.

Cajueiro, um eterno viajante

Originário dos altiplanos da Etiópia, o café teve na América do Sul (Brasil e Colômbia) o seu habitat ideal. A seringueira, made in Brazil, encontrou o seu paraíso lá pros lados da Malásia.

E o cajueiro? Bem, a história também não é muito diferente. Genuinamente brasileira, a planta foi levada pelos portugueses para terras de além-mar, encontrando terreno fértil para o seu cultivo na Índia, Vietnã e alguns países da África. Parece, contudo, que a migração começa a ocorrer também no âmbito interno. Algumas regiões do Brasil que antes sequer conheciam um caju, começam a cultivar e usufruir dos produtos e coprodutos desta poderosa planta. É o cajueiro em busca de novas terras, desta vez brasileiras.